Notícias e Informações

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Investigadores americanos informaram nesta quarta-feira sobre novos avanços através da terapia genética, para restaurar a visão em um tipo raro de cegueira hereditária. A terapia, testada, inicialmente, em apenas um dos olhos de 12 pessoas, funcionou bem ao ser repetida no outro olho de três dos pacientes, dando sinal de que o tratamento é seguro, eficaz e não será rejeitado pelo corpo.

"Nossa preocupação era que o primeiro tratamento (no primeiro olho) poderia causar uma reação do sistema imunológico, similar a uma vacina, que poderia levar o sistema imunológico do indivíduo a agir contra a exposição repetida", do tratamento, explicou o autor principal do estudo, Jean Bennett, professor de oftalmologia da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Apesar dos riscos, três pacientes do estudo inicial se mostraram de acordo para receber a terapia, no olho que não tinha sido tratado.

As três pessoas conseguiram ver melhor em um ambiente pouco iluminado, e dois foram capazes de navegar diante de obstáculos, em situações de pouca luz. Não foram reportados efeitos colaterais. O estudo foi publicado na edição desta quarta-feira, da revista Science Translational Medicine.

O tratamento revolucionário se dirige contra a amaurose congênita de Leber, doença provocada por falhas em 13 genes, que compromete a capacidade de captar luz das células da retina. Esta doença causa perda severa da visão; movimentos anormais do olho, na infância do paciente; e provoca cegueira total aos 20 ou 30 anos.

Bennett e sua equipe testaram um novo método, inserindo um gene corretor em um vírus de resfriado desativado. O vírus modificado foi injetado no globo ocular, infectando as células doentes, trabalhando como um cavalo de Tróia para depositar DNA correto na retina.

Nenhum dos 12 pacientes recuperou a visão normal, mas todos eles experimentaram melhora em, pelo menos, 100 vezes na resposta da pupila à luz. Seis dos 12 recuperaram a visão até o ponto de não serem mais classificados como cegos. Mais pesquisas são necessárias, antes de confirmar que o tratamento contra a cegueira hereditária é considerado seguro.

A catarata é definida como qualquer opacificação do cristalino que atrapalhe a entrada de luz nos olhos, acarretando diminuição da visão. As alterações podem levar desde pequenas distorções visuais até a cegueira./p>

Inúmeros fatores de risco podem provocar ou acelerar o aparecimento de catarata, incluindo medicamentos (esteroides), substâncias tóxicas (nicotina), doenças metabólicas (diabetes mellitus, galactosemia, hipocalcemia, hipertiroidismo, doenças renais), trauma, radiações (UV, Raio X e outras), doença ocular (alta miopia, uveíte, pseudoexfoliação), cirurgia intraocular prévia (fístula antiglaucomatosa, vitrectomia posterior), infecção durante a gravidez (toxoplasmose, rubéola) e fatores nutricionais (desnutrição).

Pode ser classificada em:

  • catarata congênita:presente ao nascimento
  • catarata secundária:aparece secundariamente, devido a fatores variados, tanto oculares (uveítes, tumores malignos intraoculares, glaucoma, descolamento de retina) como sistêmicos. No último caso, pode estar associada a traumatismos, moléstias endócrinas (diabetes mellitus, hipoparatireoidismo), causas tóxicas (corticoides tópicos e sistêmicos, cobre e ferro mióticos), exposição a radiações actínicas (infravermelho, raios X), traumatismos elétricos, entre outras.
  • catarata senil:opacidade do cristalino em consequência de alterações bioquímicas relacionadas à idade. Aproximadamente 85% das cataratas são classificadas como senis, com maior incidência na população acima de 50 anos. Nesses casos, não é considerada uma doença, mas um processo normal de envelhecimento.

Tratamento

O tratamento clínico, como prescrição de óculos, tem efeito transitório. O tratamento farmacológico é utilizado em alguns países da Europa e por alguns oftalmologistas brasileiros, entretanto não existe efetividade comprovada. A correção cirúrgica é a única opção para recuperação da capacidade visual do portador de catarata senil

A cenoura contém betacaroteno, que será transformado em vitamina A no intestino. Para as crianças, ela é essencial para a formação das funções vitais do olho e para a produção de púrpura visual, que atua na percepção de forma, cores, contraste e adaptação conforme a luz do ambiente (visão diurna e noturna).

O ceratocone é um distúrbio chamado distrofia contínua e progressiva, que ocorre na córnea com afinamento central ou paracentral, geralmente inferior, resultando no abaulamento anterior da córnea, na forma de cone. A apresentação é geralmente bilateral e assimétrica.

Trata-se de condição rara, encontrada em todas as raças, nas diferentes partes do mundo, com prevalência que varia de 4 a 600 casos por 100.000 indivíduos. História familiar está presente de 6 a 8% dos casos, sugerindo herança familiar. Seu aparecimento mais comum ocorre na puberdade, geralmente entre os 13 e os 18 anos de idade, progride por aproximadamente 6 a 8 anos e, após, tende a permanecer estável.

O ceratocone pode estar associado a doenças sistêmicas como as síndromes de Down, Turner, Ehlers-Danlos, Marfan, além de atopias, osteogênese imperfeita e prolapso da válvula mitral. Condições oculares às quais pode estar relacionado são a ceratoconjuntivite vernal, aniridia, amaurose congênita de Leber e retinose pigmentar. O paciente pode relatar mudanças frequentes na prescrição de óculos ou diminuição na tolerância ao uso de lentes de contato.

Os sinais observados pelo oftalmologista incluem:

  • reflexo em gota de óleo quando realizada a oftalmoscopia direta;
  • reflexo irregular em tesoura à retinoscopia;
  • linhas de Vogt (estrias estromais, verticais, finas e profundas);
  • anel de Fleischer (depósitos epiteliais de ferro ao redor da base do cone);
  • espessura estromal reduzida;
  • sinal de Munson (abaulamento da pálpebra inferior quando paciente olha para baixo);
  • sinal de Rizutti (reflexo cônico visto precocemente na córnea nasal, quando se ilumina diretamente a córnea temporalmente).

Uma complicação possível é a hidropsia aguda, líquido que penetra nas camadas da córnea, provoca diminuição súbita da acuidade visual associada a desconforto e lacrimejamento. O tratamento do episódio agudo é feito com solução salina hipertônica e oclusão, ou lente de contato terapêutica. Com a cicatrização, que ocorre entre 6 e 10 semanas, pode haver melhora da acuidade visual devido ao aplanamento da córnea.

Nos casos mais brandos, o tratamento do ceratocone é inicialmente realizado por meio de óculos. Para astigmatismos maiores ou um pouco avançados, lentes de contato rígidas podem ser adaptadas com sucesso. Atualmente, alguns casos apresentam melhora com adaptação de lentes hidrofílicas próprias para ceratocone. O tratamento cirúrgico, com transplante penetrante de córnea, é indicado para os casos mais avançados ou com cicatrizes extensas que não melhoram com lentes de contato. Após a cirurgia geralmente é necessário o uso de lentes de contato para obtenção de melhor acuidade visual.

Lentes de Contato e Ceratocone

O uso de lentes de contato em pacientes com ceratocone é considerado quando os óculos não possibilitam boa visão.

Ao adaptar uma lente de contato no paciente o oftalmologista busca condições que possibilitem uma adaptação mais fisiológica, em que ocorra uma menor agressão à córnea com menor probabilidade de piora da evolução do ceratocone.

Há vários desenhos de lentes de contato que podem ser utilizados na correção óptica do ceratocone, dentre eles: lente de corte simples, monocurva externa, de desenho padrão; lente Soper, bicurva posterior; lente rígida gás-permeável com desenho escleral; sistema a cavaleiro (piggyback); lentes esféricas; lentes tóricas. Dependendo do estágio de evolução da doença deve-se avaliar qual o desenho mais apropriado.

Todo usuário de lentes de contato deve fazer uma avaliação periódica de sua adaptação (a cada 6 meses). As lentes devem ser limpas e desinfectadas a casa uso. Isso deve ser feito por meio de fricção e enxágue, com o uso de soluções apropriadas.

Autores: Dr. Nilo Holzchuh e Dra. Karin Ikeda

Poeira, ciscos e estilhaços podem entrar nos olhos e causar desde uma irritação até uma lesão permanente, em função da velocidade com que o corpo estranho chega até o olho, do tipo de substância e também do ponto em que ele se localiza no globo ocular. Viajar em alta velocidade de moto ou bicicleta e trabalhar em linha de produção industrial ou na construção civil, são situações de risco para acidentes oculares por corpo estranho. O uso de óculos protetores é fundamental em tais atividades.

Se o cisco estiver em cima da parte colorida do olho, não se deve mexer. Procure imediatamente atendimento médico. Já quando for um simples cisco na pálpebra inferior, poderá ser retirado cuidadosamente com um cotonete, ou a ponta de um lenço limpo.

O que devo fazer em caso de irritação após piscina, praia, banho de rio, exposição ao vento ou sol?

Caso os olhos fiquem vermelhos após essas atividades, faça compressas com um pano limpo ou algodão - embebido em água fria - sobre os olhos fechados. Não use água gelada! Usar boné ou óculos escuros também ajuda a proteger os olhos do sol.

O que é?

A visão dupla, também denominada diplopia, significa que a pessoa vê duas imagens de um único objecto. Existem dois tipos de visão dupla: monocular e binocular.
diplopia monocular consiste na visão dupla num único olho. A visão dupla mantém-se mesmo quando o outro olho é tapado. A visão dupla não desaparece quando a pessoa olha em diferentes direções. A diplopia monocular pode ser causada por:
  • Astigmatismo— É um défice visual provocado, mais frequentemente, por uma curvatura anormal da superfície da córnea.
  • Ceratocone— A córnea torna-se gradualmente distorcida, mais fina e com a forma de um cone.
  • Pterígio— É um espessamento da conjuntiva, ou seja, da membrana mucosa fina que reveste a superfície interna das pálpebras e a esclerótica (a parte branca do olho). O espessamento estende-se para a córnea, a zona transparente da superfície do olho. O pterígio pode manifestar-se por olho vermelho e “irritado” e, em casos mais avançados, quando há invasão da área pupilar, pode afetar a visão.
  • Catarata— Nesta patologia, o cristalino torna-se progressivamente menos transparente, o que perturba a visão. Os factores de risco incluem idade superior a 65 anos, traumatismo ocular, diabetes de longa duração, utilização de certos medicamentos, nomeadamente corticosteróides, ou tratamento com radiações.
  • Luxação do cristalino— Os ligamentos que mantêm o cristalino no seu lugar sofrem uma ruptura e o cristalino sai do seu lugar ou oscila. A causa mais frequente é um traumatismo do olho. Manifesta-se também por diminuição da acuidade visual.
    • Massa ou edema da pálpebra— Esta situação pode comprimir a parte anterior do olho.
    • Olho seco— Os olhos não produzem lágrimas suficientes ou de qualidade. Geralmente manifesta-se por olhos vermelhos e sensação de corpo estranho. A visão só está afetada em casos extremos.
    • Alguns problemas da retina— A visão dupla pode ocorrer quando a superfície da retina não é perfeitamente regular, o que pode ter diversas causas.
    diplopia binocular é a visão dupla relacionada com um desalinhamento dos olhos. A visão dupla desaparece se um dos olhos for tapado. Qualquer problema que afete um ou mais dos músculos que controlam a movimentação e direção do olhar pode causar uma diplopia binocular. Estes músculos são denominados músculos extrínsecos do olho e este tipo de problemas inclui:
    • Estrabismo— É um desalinhamento dos olhos que afeta cerca de 4% das crianças com menos de seis anos de idade.
    • Lesão dos nervos que controlam os músculos extrínsecos do olho— Estes nervos podem ser afetados por uma lesão cerebral causada por uma infecção, esclerose múltipla, acidente vascular cerebral, traumatismo crânio-encefálico ou tumor cerebral. Um tumor que se desenvolva no interior da órbita ou um traumatismo da órbita podem lesar um nervo ao longo do seu trajeto até aos músculos do olho.
      • Diabetes— Esta doença pode conduzir a problemas ao nível dos nervos que controlam os movimentos musculares do olho. Por vezes isso pode acontecer antes da pessoa ter conhecimento que sofre de diabetes.
      • Miastenia gravis— É uma doença neuromuscular que faz com que os músculos se “cansem” facilmente e fiquem fracos. Esta situação ocorre devido ao fato do sistema imunitário do organismo atacar erradamente as zonas onde os nervos transmitem os impulsos aos músculos para que estes se contraiam.
      • Doença de Graves— É a causa mais comum de hiperatividade da glândula tireóide (hipertiroidismo). Algumas pessoas com doença de Graves desenvolvem uma visão dupla devido ao edema e espessamento dos músculos responsáveis pela movimentação dos olhos dentro da órbita.
      • Traumatismo dos músculos oculares— Os músculos da órbita podem ser lesados por um traumatismo facial, especialmente por uma fratura dos ossos da órbita.

      Manifestações clínicas

      O único sintoma consiste em ver duas imagens de um único objecto.

      Diagnóstico

      O primeiro passo consiste em determinar se a visão dupla é monocular ou binocular. Para isto, o médico irá pedir ao doente para tapar um olho e, em seguida, o outro. Se o doente tiver diplopia monocular, o médico irá proceder a uma avaliação para detectar a presença de problemas oculares, como as cataratas, que podem estar a causar esta situação. Em seguida o doente terá de consultar um especialista em doenças dos olhos (oftalmologista). Se a diplopia for binocular e não tiver ocorrido um traumatismo facial, então o médico irá querer saber se o doente tem diabetes, doença de Graves ou uma doença neurológica.

      Ao diagnosticar uma diplopia binocular, o médico tem de determinar quais os músculos oculares que se encontram afetados. Para isto, será pedido ao doente para olhar para um objecto à medida que este o move para cima e para baixo, para a esquerda e para a direita. Isto permite ao médico avaliar até onde o seu olho se move em cada direção. O médico irá tapar um olho e, em seguida, o outro, enquanto pede ao doente para manter o olhar focado no alvo. Se o médico constatar que os olhos se desviam quando a oclusão ocular é removida, isso significa que eles não estão adequadamente alinhados.

      O teste pode ser repetido após serem colocados prismas sobre o olho para desviar a imagem. Os prismas permitem ao médico medir o grau de visão dupla quando o doente olha em diferentes direções. Isto ajuda a diagnosticar e a monitorizar o problema ao longo do tempo. O médico irá usar os resultados deste exame, juntamente com a história clínica, para determinar se o doente necessita de realizar mais exames.

      Por exemplo, se o médico suspeitar de doença de Graves, irá pedir análises de sangue para dosear os níveis de hormonas tiroideias. Se o médico suspeitar que alguma coisa está a afetar os nervos dos músculos oculares, o doente pode necessitar de realizar uma ressonância magnética nuclear (RMN) ou uma tomografia computorizada (TC) crânio-encefálica para verificar se existem sinais de traumatismo, de hemorragia, de um tumor ou de malformações dos vasos sanguíneos a nível cerebral.

      Na maior parte dos casos, a visão dupla é fácil de diagnosticar nos adultos, uma vez que eles podem descrever o que estão a ver. Os sintomas são mais difíceis de avaliar nas crianças, que podem não ser capazes de explicar o que está errado. Os pais podem notar que a criança está a piscar os olhos, a cobrir um olho com a mão, a inclinar a cabeça ou a virá-la anormalmente ou a olhar de lado.

      Evolução clínica

      A duração da visão dupla depende da causa. Por exemplo, as cataratas e o pterígio podem agravar-se ao longo do tempo mas podem ambos ser corrigidos imediatamente através de uma intervenção cirúrgica. Se a visão dupla for causada pela diabetes, o nervo recupera frequentemente ao fim de vários meses. Quando isto acontece, a visão dupla desaparece gradualmente. As crianças com uma visão dupla provocada por estrabismo podem melhorar com o tratamento.

      Prevenção

       

      Algumas causas de diplopia podem ser prevenidas. Para prevenir a visão dupla relacionada com um traumatismo crânio-encefálico, as pessoas devem usar cinto de segurança no carro e usar uma proteção para a cabeça durante as atividades desportivas e nas em profissões de risco; no caso do trabalho estar associado a um risco elevado de lesão ocular devem ser usados óculos de proteção. As pessoas com diabetes podem diminuir a probabilidade de apresentar uma lesão neurológica que possa provocar visão dupla através de um controle adequado do açúcar no sangue. Não existe forma de prevenir as cataratas relacionadas com a idade, bem como quaisquer outras formas de visão dupla.

      Tratamento

      O tratamento da visão dupla depende da sua causa. Por exemplo, as pessoas com um astigmatismo que causa visão dupla podem usar lentes de contato especiais. Por vezes, a simples atualização das lentes dos óculos resolve o problema. A cirurgia é usada para o tratamento das cataratas e do pterígio. A cirurgia dos músculos oculares pode tratar determinados tipos de visão dupla. São frequentemente utilizadas suturas ajustáveis para que a posição dos olhos possa ser aperfeiçoada algumas horas após a cirurgia. Desta forma, o doente está acordado durante o ajuste e pode indicar se a diplopia desapareceu. Também podem ser utilizados prismas nos óculos após a cirurgia para desviar a imagem captada por um olho de forma a coincidir com a do outro olho.

      Nas crianças com estrabismo, o tratamento inclui a utilização de óculos para correção da visão por meio de prismas de forma a treinar os olhos a alinharem-se adequadamente; em alternativa, pode ser utilizada a cirurgia.

      A visão dupla causada por uma doença médica ou neurológica pode melhorar com o tratamento da doença subjacente. Os especialistas em doenças dos olhos podem considerar outras estratégias para ajudar a melhorar os movimentos dos olhos. As injeções de toxina botulínica podem enfraquecer os músculos oculares mais fortes, que se opõem aos mais fracos, para ajudar a equilibrar a visão.

      Quando contatar um médico

      Contate o médico imediatamente se notar uma alteração significativa na visão ou uma dificuldade súbita em ver claramente.

      As crianças devem ser submetidas ao primeiro exame ocular antes dos 4 meses de idade e a um exame de seguimento aos três anos. Os adultos com idade superior a 40 anos devem ser submetidos a um exame ocular com intervalos de dois anos, mesmo que não apresentem nenhuns problemas de visão evidentes.

      Prognóstico

      O prognóstico da diplopia depende da sua causa. Por exemplo, a cirurgia melhora a visão na grande maioria dos doentes com cataratas. No caso da cirurgia para remoção do pterígio, devem ser utilizadas as técnicas que acarretem menos recidivas, sempre possíveis de acontecer.

       

      Na maior parte das crianças com estrabismo, o prognóstico é excelente se a situação for detectada e tratada precocemente.


Para muitos a semana que inicia significa fim de férias. Na hora de retomar a rotina, trabalhadores e estudantes precisam ficar atentos e conservar hábitos saudáveis para evitar a Síndrome do Computador.

O hábito de passar horas frente ao computador leva as pessoas a piscar menos do que o ideal, o que acarreta falta de lubrificação dos olhos e, consequentemente, queixas de desconforto ocular como cansaço visual, olho seco e visão turva.

Dentro do conjunto de reclamações que chegam diariamente aos consultórios oftalmológicos quase 70% equivalem a essa relação de sensações que compõem a chamada Síndrome do Computador.

Há menos de 20 anos, não tínhamos esse diagnóstico, diz o oftalmologista Canrobert Oliveira, do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB). "Alguns problemas se originaram no comportamento atual das pessoas", contextualiza.

A solução é promover uma mudança de hábitos, tomar precauções em tempo, ou, "no ápice do esgotamento, a única saída será parar tudo por completo, o que nem sempre é conveniente quando se impõe na vida", observa o médico.

Evidências - A Síndrome do Computador leva seu portador queixar-se de cansaço visual, olho seco, visão turva e astenopia (dor e irritação). No consultório, alerta Canrobert, não raro, é confundido e diagnosticado como presbiopia, erro refrativo ou hipermetropia latente, que apesar da semelhança dos relatos, devem ser descartados.

O médico, diante desse quadro, deve buscar os sintomas de olho seco especialmente, pois é mais aproximado, uma vez que estudos têm mostrado que, em frente ao computador, o número de piscadas das pessoas reduz em até 60% em relação a quando não estão fixadas na tela.

O não piscar leva a não lubrificação, "pois os músculos que a provocam não são ativados", explica. A estimativa é de que na população em geral, incluindo os que não procuram oftalmologistas, a Síndrome do Computador esteja presente em 40% das pessoas. Quando essa disfunção é detectada, Canrobert destaca que há diferentes tratamentos para aliviar o paciente dependendo da gravidade, vão de compressas mornas, colírios até os antibióticos com corticóides que devem ser prescritos por médicos oftalmologistas.

Já a fadiga ocular leva o paciente a queixar-se de náuseas, cefaléia, enjôo, e redução da competência para a leitura. Seu aparecimento pode ser favorecido por alguns fatores como olhos com graus mal corrigidos, óculos vencidos, má iluminação no ambiente de trabalho ou excesso de iluminação e excesso de carga de trabalho para perto como ler e escrever.

O resultado do tratamento vai depender da nova disciplina que o paciente vai adotar diante da sua rotina.

Dica - Canrobert Oliveira aconselha seguir a risca uma receita simples e eficiente para evitar a Síndrome do Computador: para cada 50 minutos de atividade em frente ao computador, pare por três minutos, aproxime-se de uma janela e olhe para longe.

Assim, a musculatura intrínseca do olho (ciliar) descansa e exerce sua função fisiológica adequadamente.

Moscas Volantes - o que são?

Pontos pequenos que parecem mover-se na frente de um ou de ambos os olhos.

Moscas volantes são pequenos pontos escuros, manchas, filamentos, círculos ou teias de aranha que parecem mover-se na frente de um ou de ambos os olhos. São percebidas mais facilmente durante a leitura ou quando se olha fixamente para uma parede vazia. A denominação moscas volantes vem do latim, pois há mais de dois mil anos, na Roma antiga, as pessoas já usavam a expressão "muscae volitantes" para descrever esse problema oftalmológico.

Causas

Com o processo natural de envelhecimento, o vítreo ? fluído gelatinoso que preenche o globo ocular ? contrai-se, podendo se separar da retina em alguns pontos, sem que cause obrigatoriamente danos à visão. As moscas volantes são proteínas ou minúsculas partículas de vítreo condensado, tecnicamente chamados grumos, formadas quando o vítreo se solta da retina. Embora pareçam estar na frente do olho, na realidade, elas estão flutuando no vítreo, dentro do olho. Nem sempre as moscas volantes interferem na visão. Mas, quando passam pela linha de visão as partículas bloqueiam a luz e lançam sombras na retina, a parte posterior do olho onde se forma a imagem.

Grupos de risco

As moscas volantes ocorrem com maior frequência após os 45 anos entre as pessoas que têm miopia, as que se submeteram à cirurgia de catarata ou ao tratamento YAG Laser e também entre as que sofreram inflamação dentro do olho.

Tratamento

Caso as moscas volantes não estejam relacionadas a um problema sério, como rasgos na retina, não será necessário tratamento. Com o passar do tempo elas tendem a diminuir. Mas, se as moscas volantes forem um sintoma de rasgo, deve ser selado com laser argônico ou por crioterapia, a fim de evitar que eles provoquem o descolamento da retina, o que pode ocasionar cegueira.

A Neuroftalmologia abrange processos relacionados ao nervo óptico congênitos ou adquiridos (inflamatórios, infecciosos, desmielinizantes, isquêmicos, compressivos, infiltrativos). Também estuda alterações da motilidade ocular adquiridas relacionadas a acometimento do comando cerebral, movimentos anormais dos olhos adquiridos (nistagmos) e alterações pupilares.

Qual parte da visão é especialização da Neuroftalmologia?

Abrange alterações das vias ópticas que vão do globo ocular ao cérebro. Estão nela incluídas alterações desde patologia (doenças) do nervo óptico e do cérebro entre os quais tumores cerebrais de variada localização,Tumores da órbita, aneurismas cerebrais, acidentes vasculares cerebrais (tromboses, hemorragias cerebrais). Também estão incluídas alterações do movimento dos olhos, Estrabismo paralíticos (o doente vê duas imagens) provocados quer por traumatismos cranianos, aneurismas , AVC ou tumores cerebrais ou por doenças sistêmicas comodiabetes, ou doenças degenerativas do sistema nervoso central como por exemplo Esclerose múltipla , lúpus , etc.

Consulte um especialista de Neuroftalmologia. No Instituto Oftalmológico do Brooklin, você pode contar com Dr. Marco Antonio Campos Machado.

Tornar um hábito dormir de maquiagem, emprestar produtos de beleza ou utilizá-los vencidos, a falta de higiene com pincéis e outros utensílios, e até um famoso truque de beleza feminina podem trazer problemas para os olhos. Inflamações, alergias, inchaço da pálpebra, coceira, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, queimação, visão embaçada ou secreção ocular são algumas das queixas mais frequentes. “Quando um desses sintomas aparecer, é necessário procurar um oftalmologista o mais rápido possível para que não haja um agravamento do quadro”, afirma a oftalmologista.

Deixar os olhos em destaque também pode ser um problema, diz a oftalmologista. “O famoso lápis preto, passado na margem palpebral (a linha branca da pálpebra), deve ser evitado, pois nesse local se encontram glândulas que produzem parte da lágrima e o ponto lacrimal. Se essa área for obstruída, pode causar inflamação e sintomas de olho seco”, alerta.

Dra. Ana Paula Canto também explica os cuidados para quem usa lente de contato. “As lentes devem ser colocadas antes de iniciar a maquiagem e retiradas antes de se demaquilar. O objetivo disso é não levar resíduos que possam danificá-la ou causar desconfortos e visão embaçada”, explica.

A especialista orienta que sempre deve-se fazer a retirada da maquiagem antes de dormir. “Os produtos devem ser removidos para evitar uma inflamação nas pálpebras, chamada blefarite, alergias ou outras irritações oculares”, esclarece. Outro alerta é quanto ao empréstimo de acessórios de beleza, como pincéis, lápis para os olhos, sombras e rímeis. “É preciso ter cuidado ao compartilhar maquiagens, não só ao ir aos salões de beleza, mas também com seus pertences. Se uma outra pessoa estiver com alguma doença ocular, como conjuntivite, ela pode ser transmitida”, ressalta.

Para a hora de se demaquilar, a oftalmologista salienta que uma boa opção são os produtos específicos para os olhos. “Já existem demaquilantes desenvolvidos e testados especificamente para a área dos olhos e para a limpeza e higiene dos cílios. Mas, apesar de serem produtos para os olhos, é preciso cuidado para que não entrem nos olhos para que não cause nenhuma lesão”, explica.

A falta de higiene também pode trazer problemas. “Uma vez na semana, os pincéis de maquiagem devem ser lavados com água e sabão neutro e não podem ser guardados úmidos. Deixe-os secando naturalmente ou use o secador”, ensina a médica, que lembra ainda que cosméticos também têm prazo de validade. “Quando o produto está vencido bactérias e fungos podem se alojar e causar infecções nos olhos ao ser usado.” De acordo com ela, para aumentar o prazo de validade, algumas mulheres misturam outros produtos aos rimeis, por exemplo soro fisiológico e óleos. “Eles não aumentam a validade e contribuem para a irritação ocular, alergias e conjuntivites infecciosas”, ressalta.

Os cuidados com os olhos e os produtos de beleza devem ser diários. A oftalmologista aconselha que:

- Quando for passar rímel ou delineador cuide para não causar traumatismo na córnea. Caso haja irritação ou alergia, pare de usar o cosmético;

- Deve-se dar preferência a produtos hipoalergênicos. Se estiver com conjuntivite, não use maquiagem e descarte os produtos usados um pouco antes;

- Não se deve esfregar com força os olhos na hora de remover a sombra e o rímel, pois as pálpebras são muito sensíveis;

- Deve-se lavar sempre muito bem as mãos antes de se maquiar e demaquilar.

Como deve ser a postura da pessoa na frente do computador?

O ideal é a tela do computador ficar na altura da linha dos olhos ou um pouco abaixo, nunca acima! A cadeira ideal é aquela que proporciona maior conforto, mas seu corpo não deve ficar encurvado para a frente, pois isso pode causar pressão na nuca e dor de cabeça após horas de permanência nessa posição.

Por que meus olhos ardem quando fico na frente do computador durante algumas horas?

Quando você está prestando muita atenção em alguma atividade, ocorre uma diminuição da frequência de piscar e isso acarreta ardor e desconforto visual. Por isso, nunca se esqueça de piscar mais quando estiver usando o computador, ou no cinema ou assistindo a um vídeo na TV.

Ler com pouca luz pode enfraquecer a visão?

Não, pode cansar ou dificultar a leitura, mas não enfraquece a visão.

Usar óculos vicia?

O uso dos óculos não vicia! Quando a criança enxerga pouco para longe ou força os olhos para ver de perto, o óculos possibilita que veja bem e estude sem desconforto ou dor de cabeça. Quem enxerga pouco o que está longe pode ter miopia; quem tem desconforto ao forçar os olhos para ver de perto provavelmente tem hipermetropia; o astigmatismo é a dificuldade para ver de perto e de longe.

A diferença entre esses três problemas que atrapalham a visão está no lugar do olho em que os raios de luz convergem para formar a imagem. "Em uma pessoa normal, os raios de luz passam pela córnea, que é a primeira lente do nosso olho, e quando chegam à outra lente, a retina, eles convergem - ou seja, se juntam em um mesmo ponto para formar a imagem", diz o oftalmologista Canrobert Oliveira, do Hospital Oftalmológico de Brasília.

Como você já deve estar adivinhando, esse processo não funciona direito com quem tem miopia ou hipermetropia. Os primeiros enxergam mal de longe, enquanto os hipermétropes sofrem para ver de perto. Quem tem astigmatismo não vê direito nem coisas próximas nem afastadas. Isso ocorre porque as linhas horizontais ou verticais que constituem uma imagem não se formam no lugar certo. "Se uma pessoa com astigmatismo tentar ver uma cruz, por exemplo, a linha vertical pode ficar bem em cima da retina, mas a horizontal se formará antes ou depois dela. O resultado é uma visão embaralhada", afirma outro oftalmologista, Joel Edmur Boteon, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para consertar cada um dos três defeitos, a chave é fazer os raios de luz convergirem no lugar certo, sobre a retina. Dá para fazer isso usando óculos e lentes de contato ou modificando a curvatura da córnea com uma cirurgia corretiva.

Baixa umidade favorece o olho seco, infecções oculares e alergia. Saiba como se proteger.A baixa umidade do ar está colocando muitas cidades em estado de alerta. Resultado: os consultórios lotam de pacientes com olhos vermelhos, lacrimejamento, coceira, sensação de corpo estranho, queimação, fotofobia e visão borrada. De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, 4 em cada 10 pacientes atendidos na última semana apresentam estes sintomas. É a síndrome do olho seco causada pela maior evaporação da camada aquosa do filme lacrimal, explica.Mulheres na menopausa, idosos, quem trabalha muitas horas no computador, portadores de doenças auto-imunes, usuários de lente de contato ou alguns medicamentos (antialérgico, antidepressivo, diurético, entre outros) são mais propensos à síndrome.

O especialista diz que, sem tratamento, logo no início do desconforto, a disfunção predispõe à alergia e conjuntivite. Isso, porque a lágrima tem a função de proteger os olhos das agressões ambientais. Um erro comum cometido pela população é pingar soro fisiológico nos olhos para diminuir o ressecamento. "O sal do soro aumenta a irritação. Além disso, a solução não contém conservante, e depois de aberta se transforma em campo fértil para o crescimento de bactérias e fungos que contaminam a córnea e conjuntiva", afirma.

Dicas de prevenção

As dicas do médico para prevenir o ressecamento da lágrima são:

·Beber água com frequência.

·Incluir na alimentação frutas verduras e legumes ricos em vitamina A e E.

·Colocar vasilhas com água nos ambientes.

·Suplementação de ômega 3 encontrado em nozes, semente de linhaça, salmão e sardinha.

·Evitar ambientes com ar condicionado.

·Manter os ambientes livres de poeira.

·Desviar os olhos da tela do monitor por 5 a 10 minutos a cada hora.

·Piscar voluntariamente quando usar o computador.

·Proteger os olhos com óculos apropriados nas atividades externas.

Automedicação é perigosa

Queiroz Neto alerta que nenhum colírio deve ser usado sem acompanhamento médico, para evitar complicações. Os sintomas do olho seco são muito parecidos com os da alergia ocular e conjuntivite, comenta. Já os tratamentos, são bastante diferentes e, em alguns casos, as doenças ocorrem simultaneamente. ?Usar colírio antibiótico, indicado para conjuntivite bacteriana, em olhos com alergia piora o processo alérgico que está relacionado à queda da imunidade?, exemplifica. O especialista diz que o melhor tratamento para olho seco é a lágrima artificial, associada à suplementação de Ômega 3. Em estágio intermediário, explica, pode ocorrer a inflamação da glândula lacrimal, e o tratamento é feito com colírio à base de ciclosporina, por um período de seis meses. Nos mais avançados o ponto lacrimal é cauterizado para manter a lágrima nos olhos.

A doença só não é grave em estágio inicial. Por isso, a recomendação do médico é procurar um oftalmologista nos primeiros sintomas de desconforto. Isso porque, a falta de tratamento adequado pode causar cicatrizes na córnea e comprometer, severamente, a visão.

Os colírios são medicamentos prescritos pelo oftalmologista e não devem ser usados sem orientação médica. O uso impróprio pode causar problemas problemas oculares mais graves como, por exemplo, úlceras e perda acentuada da visão. Se seu médico receitar o uso de colírios, você deve estar atento às orientações abaixo.

  • Lave as mãoes antes e depois de aplicar qualquer medicamento nos olhos.
  • As instruções do oftalmologista quanto ao uso do medicamento, como dosagem, número de aplicações e agitação do produto antes da aplicação, por exemplo, devem ser rigorosamente seguidas.
  • Se você usa lentes de contato, retire-as antes de aplicar o produto e recoloque-as dez minutos depois da aplicação.
  • Pingue somente uma gota de colírio de cada vez.
  • Não encoste o aplicador nos olhos para evitar contaminação.
  • Não divida seu frasco de colírio com outra pessoa: cada um deve ser de uso individual.
  • Caso o oftalmologista tenha prescrito mais de um colírio, deve-se aguardar cerca de 15 minutos entre as aplicações.
  • Relate ao oftalmologista qualquer incômodo relativo ao uso do colírio, como ardência, vermelhidão ou irritação. Em alguns casos, será necessária uma nova prescrição.

Usar roupas leves, passar o protetor solar diariamente, hidratar-se e evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h são algumas das principais dicas dos dermatologistas a adultos, crianças e trabalhadores expostos diariamente ao sol. Com a chegada do verão, começam tambémpreocupações com doenças de pele, como a miliária (brotoeja),micoses, a acne,queimaduras solares e, principalmente, o câncer de pele, conforme alerta a coordenadora do Serviço de Dermatologia Ocupacional da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), Maria das Graças Mota Melo.

Os cuidados vão além desses citados. Como a incidência dos raios ultravioleta está cada vez mais agressiva em todo o planeta, pessoas de todos os fototipos devem estar atentas, evitar exposição solar e se proteger quando expostas ao sol. A recomendação, segundo a dermatologista, vai além do uso correto do filtro solar. Devem-se usar chapéus com abas largas e, na praia, barracas de algodão ou lona - que absorvem 50% da radiação ultravioleta. Existem, inclusive, chapéus e roupas com proteção solar que podem ser utilizados conforme a necessidade.

"O ideal é que o fator de proteção solar do filtro seja de 30 ou mais. Os pais devem estar atentos às crianças, pois são mais sensíveis ao sol, e devemos informar os homens sobre a importância de proteger a pele, já quemulheres se cuidam mais com a utilização de hidratantes e filtro solar", explica a pesquisadora. Em relação aos trabalhadores, Maria das Graças revela que jardineiros, trabalhadores da construção civil, garis, guardas de endemias, agentes de saúde, salva-vidas e demais profissionais cuja atividade envolve exposição solar devem tomar os mesmos cuidados.

Como fazer o autoexame da pele?

  • 1) Em frente a um espelho, com os braços levantados, examine seu corpo de frente, de costas e os lados direito e esquerdo
  • 2) Dobre os cotovelos e observe cuidadosamente mãos, antebraços, braços e axilas
  • 3) Examine partes da frente, detrás e dos lados das pernas, além da região genital
  • 4) Sentado, examine atentamente a planta e o peito dos pés, assim como entre os dedos
  • 5) Com o auxílio de um espelho de mão e de uma escova ou secador, examine o couro cabeludo, pescoço e orelhas
  • 6) Finalmente, ainda com auxílio do espelho de mão, examine costas e nádegas.

Orientações para a prevenção do câncer de pele

  • 1) Use protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados e chuvosos
  • 2) Evite exposição solar
  • 3) Examine regularmente sua pele em busca de ferida que não cicatriza ou sinal que está crescendo ou mudando de cor
  • 4) Procure um serviço de dermatologia ao encontrar alterações suspeitas na pele.

Dicas especialmente voltadas para a exposição ocupacional

  • 1) Use protetor solar diariamente
  • 2) Além do filtro solar, fazem parte da proteção chapéus de abas largas, camisas de mangas compridas, calças e óculos escuros
  • 3) Procure lugares com sombra sempre que possível
  • 4) Se possível, evite trabalhar exposto ao sol sem proteção adequada, principalmente nos horários mais quentes do dia (entre 10h e 16h)
  • 5) Evite exposição ao sol quando não estiver trabalhando
  • 6) Procure um serviço de dermatologia ao encontrar alterações suspeitas na pele.

Quando óculos ou lentes de contato não podem proporcionar visão adequada, pode-se utilizar um auxílio óptico. Essa condição não deve ser confundida com cegueira. Pessoas com visão subnormal ainda possuem visão útil, que pode ser melhorada com recursos ópticos especiais. A deficiência visual pode ser menor ou maior dependendo da patologia ou lesão ocular de cada indivíduo. A melhora visual com recursos ópticos especiais é geralmente alcançada após seu oftalmologista ter completado o tratamento clínico ou cirúrgico ou determinado que esses procedimentos não serão suficientes para a melhora da visão. Embora o mais comum seja a redução da visão central, a visão subnormal pode também ser consequência de diminuição da visão periférica, da diminuição da visão para cores ou da incapacidade para definição adequada de luz, contraste ou foco. Diferentes tipos de visão subnormal podem exigir diferentes tipos de assistência oftalmológica. Pessoas que nascem com visão subnormal, por exemplo, têm necessidades diferentes daquelas que apresentam o problema no decorrer da vida.

Causas

Embora a maior incidência seja em idosos, pessoas de todas as idades podem ser acometidas. A visão subnormal pode ocorrer por causa congênita, doenças hereditárias, traumas, diabetes, glaucoma, catarata e doenças relacionadas à idade. A causa mais comum é a degeneração macular do idoso.

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